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30-Οκτ-2020
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O Uso da Tradução na Sala de Aula de Língua Estrangeira Imprimir e-mail
O predomínio da Abordagem Comunicativa desde os anos 80 (cf. Howatt, 1984) levou a que, entre outras coisas, se excluísse a língua materna da sala de aula. A tradução, sobreutilizada no ensino e sobrevalorizada na avaliação de línguas estrangeiras, mereceu ser criticada enquanto ferramenta para a aprendizagem das línguas estrangeiras. Por exemplo, Richards & Rogers (1986) defendiam que a tradução como método poderá fomentar a focalização no texto de partida, desencorajando, portanto, pensar directamente na língua que se está a aprender. No entanto, o recurso ao método de tradução foi reconsiderado devido à importância dada ao seu valor como actividade comunicativa mediadora (cf. Hatim and Mason, 1997). Também, a inclusão de actividades de tradução no programa de aulas de língua estrangeira só poderá ser benéfico, uma vez que, segundo Hurtado (1999), ajuda no desenvolvimento da compreensão da leitura e da expressão escrita, promove o conhecimento linguístico e desenvolve a competência cultural. O texto a ser traduzido no tipo de actividade aqui proposta tem certas características que o distingue do texto “tradicional” escrito, que é normalmente usado nos exercícios de tradução. As características que distinguem o texto audiovisual podem resumir-se da seguinte forma (Sokoli, in print.):
  • Recepão através de dois canais: acústico e visual
  • Presença significante do elemento não-verbal
  • Sincronização entre os elementos verbal e não-verbal
  • Visualização no ecrã – material reproduzível
  • Sucessão pré-determinada de imagens móveis – material gravado

A combinação do canal acústico com o visual, juntamente com os elementos verbais e não-verbais resulta nas quatro componentes básicas do texto audiovisual: a componente acústico-verbal (diálogo), a acústico-nãoverbal (pauta, sons,), a visual-nãoverbal (imagem) e a componente visual-verbal (legendas). As relações espácio-temporais entre estas quatro componentes estão esquematizadas na Figura 1, em que as setas de linha sólida representam as relações existentes num texto audiovisual e as setas a tracejado representa, as relações estabelecidas pelo tradutor das legendas:

 

Figura 1: As relações entre as componentes básicas do texto audiovisual legendado (Ibid.)

A necessidade de sincronia entre estas componentes impõe certos limites de tempo e de espaço, fazendo com que uma tradução literal, palavra por palavra, seja impossível. Ou seja, o aluno/tradutor não está vinculado a uma “fidelidade absoluta” mas sim obrigado a centrar-se no cerne das falas que ouve. Tanto mais que, no caso de tradução audiovisual, o contexto (por ex. expressões faciais e movimentos, entoação) não pode ser ignorado, obrigando o aluno a tê-lo em consideração quando traduz.

 


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